Monday, 1 September 2008

Dia 28


O comboio não parou em lado nenhum. Sá mesmo em Moscovo. Antes de chegarmos, uma hora antes, acordei, fui servido com pequeno almoço no camarote e vesti-me para sair. MOSCOVO. Sensação de objectivo cumprido, o meu último objectivo antes do regresso.

Nova guia, loira outra vez, que nos guiou por uma visita panorâmica pela cidade. Se eu pensava que S. Petersburgo era grande, depois de ver Moscovo no miradouro foi um wooow de queixo no chão. Eu não avistei o fim da cidade. Tem muitos monumentos, maioria dos prédios são baixos, muitas insígnias soviéticas nas fachadas, e ainda alguns monumentos desse tempo, em especial as comemorações da vitoria na Segunda Guerra Mundial onde os russos foram a meu ver os principais vencedores. Claro que os ocidentais também, mas quem chegou primeiro a Berlim foram os russos. E monumentos festivos e alusivos ao feito não faltam.





As ruas são gigantes, largas, mas o que espantou foi a praça vermelha. Vermelha porque essa palavra em russo também significa bonita, daí o nome. Nada a ver com os muros vermelhos do Kremlin ou mesmo com o regime soviético. Imaginava maior, mas foi aí que caí em mim e pensei "Estou em Moscovo!".



Passei frente ao mausoléu do Lenine que ainda espero visitar no meu último dia. Depois de tarde fomos a uma galeria de arte de apenas artistas russos. Muito bonito. Esta guia no entanto é mais lenta. Claro que o meu pai tentou novamente o seu mini comício. Visitámos ainda o metro que tem "palácios" nas estações. Assim era a intenção de Stalin, para que o povo pudesse ter e usar os palácios no seu dia-a-dia agitado.

Serão no hotel a jogar cartas com o pessoal do Porto. Eles são espectaculares. E pronto, a família Machado voltou para os seus aposentos no 21 piso, de onde se tem uma vista descomunal sobre a capital. De perder a vista.

Panda, Moscovita

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