Thursday, 4 March 2010

Excertos...

Encontrei isto no metro hoje de manhã:

Je fais souvent ce rêve étrange et pénétrant
D'une femme inconnue, et que j'aime, et qui m'aime,
Et qui n'est, chaque fois, ni tout à fait la même
Ni tout à fait une autre, et m'aime et me comprend.

...

Paul Verlaine (Poèmes saturniens)

E este li no outro dia nesse grande bar:

"...Merda! Não sei que fazer. Não sei para onde ir. Apenas aqui, apenas a cerveja, apenas a música, apenas e somente só. Mas nem assim paro. Nem assim deixo de pensar. Mais um trago, ansiando pela anestesia brutal. Que me invada, me inunde, e me adormeça. Só me resta a jola, o degredo, a cadeira vazia, o abraço que não tenho, a chamada que não chega... a esperança defunta.
Merda!..."

Anónimo, bar Les Cigognes